CTA: FROTA DE VEÍCULOS

 

 

 

 

 

Na inauguração do sistema (1.959) iniciaram a operação sete trólebus, do tipo Grassi/Villares.

 

 

Trólebus Grassi/Villares (número 1), considerado 

o primeiro trólebus fabricado no Brasil. 

(Fonte: http://www.ctaonline.com.br/onibus.php).

 

 

(Foto: Marco A. G. Brandemarte).

 

 

Na década de 60, a CTA adquiriu quatro trólebus com chassi Massari e mecânica FNM, carroceria Grassi e equipamento elétrico CGE, com a seguinte numeração: 7, 9, 10 e 11. Esses veículos exigiam grande manutenção e acabaram sendo trocados na Villares por outros modelos.

 

 

 

 Trólebus Massari-FNM/Grassi/CGE.                                                       Trólebus Massari-FNM/Grassi/CGE.

(Fonte: http://www.ctaonline.com.br/onibus.php).                                 (Fonte: http://www.revistaportaldoonibus.com/

                                                                                                                         bancodeimagem/displayimage.php?album=

                                                                                                                           search&cat=0&pos=0).

 

 

Os trólebus Massari/Villares (quatro unidades) chegaram em 1.966, e em 1.969 outros oito veículos semelhantes foram somados à frota, sendo cinco deles remanescentes do sistema de Porto Alegre (numeração de 16 a 20), que foi desativado .

 

 

Trólebus Massari/Villares n°12.  

(Fonte:  http://www.ctaonline.com.br/onibus.php).

 

 

Trólebus Massari/Villares n° 19.  

(Fonte: http://ehgarde.planetaclix.pt/trolleybus/aq19pt.htm).

  

 

Entre 1.974 e 1.975 a CTA montou três trólebus utilizando componentes da Massari, Villares e os eixos do tipo Tinkem (adquiridos da própria Villares, provenientes de sua antiga linha de montagem de trólebus). Também em 1.974 foram comprados três veículos fabricados pela CMTC (São Paulo), dos quais dois foram recuperados e usados por aproximadamente dois anos, quando foram desativados.

Em 1.977 foram encomendados cinco trólebus CAIO/Massari/Villares, cujas características se assemelhavam às especificações técnicas da CMTC (São Paulo) para os veículos de segunda geração. Estes veículos, entretanto, ainda utilizavam o sistema eletropneumático como controle de tração.

 

 

Trólebus CAIO/Massari/Villares. 

(Fonte:  http://www.ctaonline.com.br/onibus.php).

 

 

No ano de 1.980 foram adquiridos dez trólebus Marcopolo/Scania/Ansaldo, pertencentes à segunda geração de veículos fabricados no Brasil.

 

 

 

        Trólebus Marcopolo/Scania/Ansaldo.                                         Trólebus Marcopolo/Scania/Ansaldo. 

         (Fonte:  http://www.ctaonline.com.br/onibus.php).                      (Fonte: http://ehgarde.planetaclix.pt/trolleybus/

                                                                                                                       aq30pt.htm).

 

 

Entre 1.981 e 1.983 foram adquiridos dois trólebus. Ambos possuíam carroceria CAIO, entretanto um deles possuía chassi Scania e eletrônica Villares, enquanto que o outro possuía plataforma Massari e eletrônica BBC (Brown Boveri).

 

 

Trólebus TC 001 – CAIO/Scania/Villares.

(Fonte: folheto “Trólebus Villares” – TC 001, publicado por

Indústrias Villares S/A).

 

 

 Trólebus CAIO/Massari/BBC. 

(Fonte: http://ehgarde.planetaclix.pt/trolleybus/aq40pt.htm).

 

 

As últimas aquisições de trólebus aconteceram entre 1.985 e 1.987. Desta forma, três trólebus Cobrasma/Massari (dois deles com eletrônica Villares e o outro com eletrônica BBC) e mais três trólebus Mercedes-Benz/Villares (dois deles do tipo “O-371 TR” e o outro do tipo “O-370 TR”) foram incorporados à frota, num total de quarenta e seis veículos circulantes.

 

 

Trólebus Cobrasma/Massari/Villares (número: 43).

(Foto: Marco A. G. Brandemarte).

 

 

Trólebus Mercedes-Benz/Villares (número: 44).

(Fonte:  http://www.ctaonline.com.br/onibus.php).

 

 

A partir de 1.993, dezessete trólebus foram paralisados e dois desativados, restando vinte e sete veículos em operação.

Em 1.999 toda a frota foi paralisada, retornando a operação em 2.000, na forma de apenas três veículos: dois trólebus Marcopolo/Scania/Ansaldo (numerações: 35 e 36) e um trólebus Mercedes-Benz/Villares (numeração: 46).

Finalmente, em 2.001, a operação de trólebus foi novamente suspensa, permanecendo inativados os vinte e sete veículos restantes.

Atualmente, a empresa mantém o serviço de transporte por ônibus diesel, exercendo ainda o gerenciamento de trânsito na cidade.

 

 

 Trólebus Cobrasma/Villares abandonado.

(Fonte:  http://fotolog.terra.com.br/tudodeonibus:758).

 

 

 

 

Fonte de Pesquisa

 

·         “Revista dos Transportes Públicos” (ano 19, 1.996, 4° trimestre), publicado pela ANTP – Associação Nacional de Transportes Públicos: artigo “Trólebus – As Fases da Implantação do Sistema no Brasil”, de autoria de Jorge Françozo de Moraes.

·         Contatos com a CTA.

·         Site CTA (http://www.ctaonline.com.br).

 

 

 

 

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