REDE AÉREA: SINALIZAÇÃO DE OPERAÇÃO
DA CHAVE CONTROLE
REMOTO
Para
orientar o motorista do trólebus existem, ao longo da rede aérea, determinados
sinais (ou placas), presos em postes ou na própria rede. Os sinais relativos à
operação da chave controle remoto indicam se o motorista deve passar ou não com
o acelerador pressionado, dependendo da direção que o mesmo quiser tomar. No
caso de o motorista efetuar uma curva (saindo da linha principal), o mesmo deve
manter pressionado o acelerador, para que possa acionar o contator e,
conseqüentemente, a mudança na posição da chave.
Abaixo
está representada a sinalização utilizada na cidade de São
Paulo.

As setas indicam quando a chave deve ser
acionada, e em que sentido.
A seta maior indica força ligada, acelerando o
veículo; a seta menor indica passagem livre,
sem pressionar o acelerador.
(Fonte: Manual “Formação de Motorista
Trólebus” – Treinamento e Desenvolvimento,
publicado pelo Eletrobus – Consórcio Paulista
de
Transportes
por Ônibus).
A
sinalização pode variar, dependendo da localidade. Em Ribeirão Preto, por
exemplo, a indicação para que o motorista acelerasse ou não o veículo era feita
através de pequenas placas, presas na própria rede, conforme o esquema
abaixo.

As letras, acompanhadas das setas,
indicam o sentido e a ação do
motorista.
A letra “L” significa que o veículo
deve passar ligado no local (motorista
acelerando); a letra “D” significa que
o veículo deve passar desligado
(motorista desacelerando), de acordo
com o sentido a ser seguido.
Algumas destas placas podem
também indicar a presença de
de isoladores na rede,
indicando que o veículo deve passar
desacelerado pelo local (no caso, as
que apresentam a letra
“D”).
Em sistemas mais modernos, a mudança de direção não é mais feita pela ação do acelerador, mas sim através de um botão instalado no painel de comando do trólebus, acionado pelo motorista, que escolhe qual direção seguir. Na região metropolitana de São Paulo existem alguns trechos, experimentais, com esta tecnologia.
No plano de revitalização do sistema de trólebus na cidade de São Paulo, ocorrido no final da década de 1.970, já cogitava-se tal tecnologia, mas o projeto não foi levado adiante, devido a falta de interesses políticos e técnicos.
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Manual
“Formação de Motorista Trólebus” – Treinamento e Desenvolvimento, publicado pelo
Eletrobus – Consórcio Paulista de Transportes por Ônibus.
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“Manual
de Operação” – Frota TRANSERP, publicado pela TRANSERP.