TB BUS: INFORMAÇÕES GERAIS
E OPERACIONAIS
A
privatização do sistema de trólebus da CMTC ocorreu em abril de 1.994. A frota e
as linhas foram divididas em três grupos, de acordo com a área de atuação de
cada garagem existente. A
frota da Transbraçal ficou sendo composta pelos seguintes
veículos:
·
5
Westram/Villares
·
2
Grassi/Villares
·
16
CMTC/FNM/Villares
·
80
CMTC/GMC-ODC/Villares
·
1
Mafersa/Villares
·
11
ACF-Brill/Villares

Trólebus com chassi Alfa-Romeo e carroceria padrão CMTC, fabricado em
1.968 - prefixo 69 6065, e posteriormente reformado pela Transbraçal.
(Fonte: Transbraçal).

Trólebus com chassi GMC-ODC e carroceria
padrão CMTC - prefixo 69 6073, fabricado
em 1.968, e posteriormente reformado
pela Transbraçal.
(Foto:
Marco A. G. Brandemarte).

Trólebus com chassi GMC-ODC e carroceria
padrão CMTC - prefixo 69 6136, fabricado em
1.966, e posteriormente reformado pela
Transbraçal.
(Foto:
Marco A. G. Brandemarte).

Trólebus com chassi GMC-ODC e carroceria padrão CMTC - prefixo
69 6145, fabricado em 1.966, e posteriormente reformado
pela Transbraçal.
(Fonte: Informativo "O
Trólebus", publicado pelo Eletrobus).

Trólebus ACF-Brill, importado dos Estados Unidos, totalmente
reformado pela Transbraçal, que manteve suas características
originais.
(Fonte: cartão postal publicado pela
SP Trans).

(Fonte: Informativo "O Trólebus", publicado pelo Eletrobus).

Painel de comando do trólebus ACF-Brill.
(Foto:
Marco A. G. Brandemarte).
Além
da frota remanescente da CMTC, que foi reformada, a empresa adquiriu ainda
trólebus novos, junto à indústria nacional. Estes possuem carroceria Marcopolo
(Torino Geração V), chassi Volvo (B-58 ECO urbano) e equipamentos
elétricos/eletrônicos Gevisa (ex-Villares).
Posteriormente,
a Transbraçal desativou cerca de 60 trólebus antigos, com carroceria padrão
CMTC. Em substituição a esses veículos, foram adquiridos 50 trólebus reformados,
com carroceria Marcopolo (Torino GV) e chassi Scania. Estes veículos pertenciam
ao Eletrobus, passando, portanto, a fazer parte da frota de veículos da
Transbraçal.

Trólebus
Marcopolo/Volvo/Gevisa.
(Foto:
Marco A. G. Brandemarte).
A
atuação da Transbraçal ficou restrita às áreas Norte, Leste e Sul da capital
paulista, herdando um total de seis linhas.
No final de 2.001, a Transbraçal encerrou suas atividades. A frota de trólebus com carroceria Marcopolo foi transferida para a empresa Expandir - Empreendimentos e Participações Ltda, a qual, após algum tempo, passou a operar apenas com ônibus diesel. Os trólebus com carroceria padrão CMTC ("villarinhos") foram completamente abandonados.
Atualmente, parte da frota Marcopolo está em
operação na Himalaia Transportes.

Trólebus Marcopolo/Scania/Powertronics. Estes veículos pertenciam ao Eletrobus.
Foram
comprados
pela Transbraçal e posteriormente incorporados à frota da Expandir.
(Fonte:
http://www.revistaportaldoonibus.com/bancodeimagem/displayimage.php?album=120&pos=0).
Fonte
de Pesquisa
·
“Revista
dos Transportes Públicos” (ano 19, 1.996, 4° trimestre), publicado pela ANTP –
Associação Nacional de Transportes Públicos: artigo “Trólebus – As Fases da
Implantação do Sistema no Brasil”, de autoria de Jorge Françozo de
Moraes.