TRANSERP: ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS - TRÓLEBUS CAIO/SCANIA/VILLARES (TC 002): CARROCERIA

 

 

 

 

 

CARROCERIA: especificações referentes ao veículo encarroçado e com sistema de propulsão: fabricada pela Companhia Americana Industrial de Ônibus – CAIO, modelo Amélia (urbano), obedecendo às resoluções do CONMETRO (PADRON TIPO II).

 

 

·        Estrutura: em aço estampado.

 

 

·        Dimensões básicas (mm):

 

 

(Fonte: folheto “Trólebus Villares” - 2 eixos e articulado,  publicado por Indústrias Villares S/A).

 

 

®   comprimento total: 12.000

®   largura: 2.600

®   altura: 3.400

®   balanço dianteiro: 2.460

®   balanço traseiro: 3.410

®   distância entre-eixos: 6.000

®   ângulo de entrada: 8°

®   ângulo de saída: 8°

®   altura do 1o degrau: 370

®   altura entre degraus: 275

®   profundidade dos degraus: 300

®   altura máxima do piso na região das portas: 920

®   altura interna em áreas de circulação: 2.000

®   vão livre das portas: 1.100

®   raio de giro externo máximo: 12.000

®   raio de giro interno mínimo: 6.000

 

 

·        Peso do veículo (kg):

 

®   peso do veículo vazio: 11.000

®   peso do veículo com carga máxima: 18.000

 

 

·        Compartimento de passageiros:

 

®   capacidade de transporte

-         sentados: 37

-         em pé (5 pass/m2): 50

-         total: 87

®   capacidade máxima estática: 109 passageiros

 

 

Esquema interno da disposição dos assentos no salão 

de passageiros – modificado.

(Fonte: folheto “Trólebus Villares - 2 eixos e articulado, 

publicado por Indústrias Villares S/A).

 

 

Vista interna do salão de passageiros.

(Fonte: folheto “Trólebus Villares - 2 eixos e 

articulado, publicado por Indústrias Villares S/A).

 

 

·        Posto de comando do motorista:

 

 

(Fonte: folheto “Trólebus Villares - 2 eixos 

e articulado, publicado por Indústrias Villares S/A).

 

 

 

Vista em detalhe do painel de comando geral (esquerda) e de tração(direita).

 (Foto: Marco A. G. Brandemarte).

 

 

®   identificação dos controles de tração e auxiliares disponíveis ao motorista:

 

 

(Fonte: “Manual de Operação” – Frota TRANSERP, publicado pela TRANSERP).

 

 

1.               Pedal do acelerador.

2.               Pedal do freio.

3.               Painel CAIO (controle geral da carroceria).

4.               Chave de ignição (sistema 24 V).

5.               Chave geral (auxiliar e tração).

6.               Voltímetro de linha.

7.               Voltímetro de bateria.

8.               Indicadores luminosos:

a.               fuga à terra (vermelho).

b.               falha no grupo de auxiliares (verde).

c.               falha de tração (laranja).

9.     Cigarra (sinal sonoro de falha).

10.   Chave liga-desliga da cigarra.

11.            Chave de seleção (avante – neutro – ré).

12.  Botão de emergência (simulação de fuga à terra).

13.   Botão de rearme do relé de fuga à terra (normaliza a situação de emergência).

14.   Painel VILLARES (comando e controle do sistema de tração e auxiliares).

15.   Relampejo de luz alta.

 

 

®   identificação geral dos componentes do painel CAIO:

 

 

(Fonte: “Manual de Operação” – Frota TRANSERP, publicado pela TRANSERP).

 

 

A.              Interruptor simples.

B.              Interruptor de duas velocidades.

C.              Interruptor pisca-alerta.

D.              Interruptor bipolar.

E.              Interruptor amarelo.

F.               Interruptor vermelho.

G.             Interruptor verde.

 

1.               Lente da lâmpada piloto “desembaçador”.

2.               Lente da lâmpada piloto “vigia”.

3.               Lente da lâmpada piloto “iluminação interna”.

4.               Lente da lâmpada piloto “lanterna”.

5.               Lente da lâmpada piloto “baixa pressão de ar I”.

6.               Lente da lâmpada piloto “baixa pressão de ar II”.

7.               Lente da lâmpada piloto “baixa pressão de ar III”.

8.               Lente da lâmpada piloto “emergência” (problemas no alternador ou compressor)

9.               Lente da lâmpada piloto “luz de freio”.

10.        Lente da lâmpada piloto “pisca alerta”.

11.        Lente da lâmpada piloto “estacionamento” (freio de estacionamento aplicado).

12.        Lente da lâmpada piloto “portas” (entrada/saída).

13.        Lente da lâmpada piloto “porta de entrada”.

14.        Lente da lâmpada piloto “porta de saída”.

15.        Lente tampão

16.        Lente da lâmpada piloto “rearme da solicitação de parada” (gongo).

17.        Lente da lâmpada piloto “rearme da solicitação de parada” (luzes).

18.        Lente da lâmpada piloto “ventilador/exaustor”.

19.        Lente da lâmpada piloto “itinerário”.

20.        Lente da lâmpada piloto “farol baixo”.

21.        Lente da lâmpada piloto “farol alto”.

22.        Lente da lâmpada piloto “carga nas baterias”.

23.        Lente da lâmpada piloto “luz de ré”.

24.        Lente da lâmpada piloto “seta”.

25.        Chave de ignição (alimenta todo o circuito de 24 V).

26.        Voltímetro de bateria.

27.        Manômetro (monitora a pressão de ar nos reservatórios).

28.        Relógio – horímetro.

29.        Voltímetro de linha.

30.        Velocímetro – tacógrafo.

 

 

·        Posto de cobrança:

 

®   tipo: cobrança automática, com dois bloqueios automáticos instalados na porta de embarque (dianteira), utilizando bilhetes magnéticos.

®   sistema: Almex (original de fábrica).

 

O sistema de cobrança automática, mesmo após a reforma realizada na frota, continuou utilizando o mesmo tipo de bilhete magnético, apesar das modernizações realizadas no sistema.

 

 

Bilhete utilizado no sistema de cobrança dos trólebus,

até a desativação do sistema.

 (Foto: Marco A. G. Brandemarte).

 

 

Modificações na frota de trólebus

 

Durante a operação comercial, os trólebus da TRANSERP sofreram algumas modificações, realizadas pelos próprios técnicos da empresa. Confira na tabela abaixo:

 

 

 (Fonte: Gerência de Operações - TRANSERP).

 

 

Além da troca de pintura, os trólebus sofreram reformas no salão de passageiros, operações estas realizadas em 1.997.

Entretanto, os veículos mantiveram a sua numeração original, desde a época de aquisição. Os 22 trólebus receberam numeração de 1.001 a 1.022.

 

 

Trólebus com pintura padrão EBTU, no pátio das Indústrias Villares, ainda com 

os quatro faróis dianteiros.

(Fonte: folheto “Trólebus Villares - 2 eixos e articulado, publicado por Indústrias Villares S/A).

 

 

 

Trólebus com pintura padrão EBTU, no interior das oficinas de manutenção da TRANSERP,

com apenas dois faróis dianteiros.

 (Foto: Marco A. G. Brandemarte).

 

 

Trólebus com pintura padrão TRANSERP, no interior das oficinas

de manutenção da empresa.

 (Foto: Marco A. G. Brandemarte).

 

 

 

 

 

Fonte de Pesquisa

 

·         Relatório de Visita à TRANSERP (MAGB – 1.997).

·         Folheto “Trólebus Villares” (2 eixos e articulado), publicado por Indústrias Villares S/A.

·         “Manual de Operação” – Frota TRANSERP, publicado pela TRANSERP.

·         Contatos com a TRANSERP (Gerência de Operações e Gerência de Manutenção).

 

 

 

 

 

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