TRANSERP: REDE AÉREA
Até
o ano de 1.988, a empresa possuía 42,6 km de rede aérea, abrangendo as três
linhas em operação. De 1.988 a 1.994, com a criação de duas novas linhas e a
inauguração do Terminal Carlos Gomes, somavam-se 53,4 km de rede (bifilar
simples).
Em
1.995, seis linhas estavam em operação. A rede aérea já somava 76 km. A extensão
em percurso não-remunerado correspondia 18 km de rede (acesso e interior da
garagem, pátio de estacionamento e teste dos trólebus). Dos 9 km de extensão
previstos, 8 km foram instalados. Todas as quatro subestações retificadoras
estavam em operação, somando-se 3.000 kW de potência disponível.
Com
a desativação do trecho da Vila Virgínia em 1.996, a rede aérea compreendia 61,2
km em operação. O trecho sem remuneração compreendia 20 km de rede. Estavam
previstos mais 11,5 km de rede em expansão, porém não foram
instalados.
Em
1.997 haviam 63,7 km de rede em operação. Os 9 km previstos para expansão neste
ano também não foram instalados. Das quatro subestações existentes, uma foi
desativada (1.996), somando-se 3.750 kW de potência disponíveis e 1.250 kW
desativados.
Apesar
do tráfego de trólebus suspenso atualmente, parte da estrutura (rede aérea e
subestações) ainda permanece intacta.
Toda
esta infra-estrutura foi desenvolvida pela própria engenharia da empresa,
responsável também pelo seu controle e manutenção.
A
rede aérea representa o maior patrimônio da TRANSERP, sendo avaliada em R$ 15
milhões, em 1.997.

Comando central da subestação
retificadora do bairro Ipiranga.
(Foto:
Marco A. G. Brandemarte).

Postes alimentadores da rede aérea,
ainda presentes nas ruas da cidade.
(Avenida Cavalheiro P. Innechi, em outubro/2.005).
(Foto:
Marco A. G. Brandemarte).
Fonte
de Pesquisa
·
Caderno
“Revide Economia” (revista “Revide”, no 124).
·
Fascículo
no 20 “Transporte – Ribeirão Preto” (revista “Revide” no
136).
·
Fascículo
no 26 “Prefeitos – Ribeirão Preto” (revista “Revide” no
142).
·
“Revista
dos Transportes Públicos” (ano 19, 1.996, 4° trimestre), publicado pela ANTP –
Associação Nacional de Transportes Públicos: artigo “Trólebus – As Fases da
Implantação do Sistema no Brasil”, de autoria de Jorge Françozo de
Moraes.
·
“Síntese
Internacional Física e Operacional – Trólebus” (1.995), publicada pela ANTP –
Associação Nacional dos Transportes Públicos.
·
“Bienário
Internacional – Trólebus” (1.996/1.997), publicado pela ANTP – Associação
Nacional dos Transportes Públicos.
·
Relatório
de Visita à TRANSERP (MAGB – 1.997).
·
Contatos
com a TRANSERP (Gerência de Operações e Gerência de Manutenção).