HISTÓRICO DOS TRÓLEBUS

DE QUARTA GERAÇÃO

 

 

 

 

 

Esta fase é marcada pelo retorno das indústrias automotivas na produção de trólebus, já que as indústrias ferroviárias (no caso MAFERSA e Cobrasma) foram extintas.

A produção de trólebus de quarta geração teve início em 1.996, quando o Eletrobus, de São Paulo, adquiriu trinta e sete veículos, equipados com carroceria Marcopolo, chassi Volvo e sistema de controle de tração Powertronics.

 

 

Trólebus Marcopolo/Volvo/Powertronics, pertencente 

à frota do Eletrobus, de São Paulo. 

(Fonte: informativo “O Trólebus”, publicado pelo Eletrobus).

 

 

Posteriormente, novos trólebus foram fabricados, até 2.008, sendo fornecidos às seguintes empresas:

 

·       Transbraçal, de São Paulo: trólebus com carroceria Marcopolo, chassi Volvo e equipamento elétrico Gevisa (ex-Villares).

 

·        Viação Santo Amaro, de São Paulo: trólebus com chassi Mercedes-Benz, carroceria Neobus e equipamento elétrico Gevisa.

 

·        Metra, ABC Paulista: dez trólebus articulados, com chassi Volvo, carroceria Marcopolo e controle de tração Powertronics, além dos trólebus de piso baixo (substituição dos trólebus Cobrasma, herdados da EMTU/SP).

 

·        Himalaia, de São Paulo: trólebus de piso baixo.

 

 

 

 

 

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