HISTÓRICO DOS TRÓLEBUS

DE QUARTA GERAÇÃO

 

 

 

 

 

    Esta fase é marcada pelo retorno das indústrias automotivas na produção de trólebus, já que as indústrias ferroviárias (no caso MAFERSA e Cobrasma) foram extintas.

    A produção de trólebus de quarta geração teve início em 1.996, quando o Eletrobus, de São Paulo, adquiriu trinta e sete veículos, equipados com carroceria Marcopolo, chassi Volvo e sistema de controle de tração Powertronics, do tipo "chopper a IGBT". Ainda em 1.996, ocorre um fato curioso: o Consórcio Metra (corredor ABD Paulista), adquire 22 unidades dos trólebus Padron Marcopolo/Volvo/Powertronics, fabricados em 1.985/1.987, para o consórcio Metrobel, de Belo Horizonte (MG), sistema este que não foi concluído, ficando os veículos paralisados por todo este tempo na fábrica da Marcopolo. São considerados de quarta geração devido ao seu sistema de propulsão, do tipo "chopper IGBT". Fato semelhante ocorreu também com o Eletrobus, de São Paulo, quando equipou parte da frota reformada com sistema IGBT também, em substituição aos antigos contatores eletromagnéticos.

 

 

Trólebus  Marcopolo / Volvo / Powertronics,     pertencente  à  frota  do  Eletrobus,

 de São Paulo.                                                                                                                             

(Fonte: informativo “O Trólebus”, publicado pelo Eletrobus).                                         

 

 

Trólebus Marcopolo/Scania/Powertronics  -  após reforma,  equipado  com

sistema chopper IGBT, pertencente à frota do Eletrobus, de São Paulo.      

(Fonte: http://www.avibras.com.br/index.asp).                                                    

 

 

Trólebus        Marcopolo / Volvo / Powertronics

(ex-Metrobel),  pertencente  à  frota da Metra,

de São Paulo (Corredor ABD).                               

(Fonte: http://www.metra.com.br/frota.php).     

  

 

    Em 1.997 a Transbraçal, de São Paulo, recebe novos trólebus com carroceria Marcopolo, chassi Volvo e equipamento elétrico Gevisa (ex-Villares). Neste mesmo ano entram em operação também os novos trólebus Neobus/Mercedes-Benz/Gevisa, pela Viação Santo Amaro, também de São Paulo.

 

 

Trólebus Marcopolo/Volvo/Gevisa, pertencente à frota da Transbraçal, de São Paulo.                                       

(Fonte: http://www.revistaportaldoonibus.com/bancodeimagem/displayimage.php?album=120&pos=1).       

 

 

Trólebus Neobus/Mercedes-Benz/Gevisa,  pertencente à frota da VSA,

de São Paulo.                                                                                                       

(Fonte: http://fotolog.terra.com.br/tudodeonibus:589).                               

  

 

    Em 1.998, o Consórcio Metra, do corredor ABD Paulista, recebe dez novos trólebus articulados, equipados com chassi Volvo, carroceria Marcopolo e controle de tração Powertronics. Ainda neste ano é montado o primeiro trólebus biarticulado do Brasil, encomendado pela SP Trans, de São Paulo, para o projeto VLP - Veículo Leve sobre Pneus, da capital Paulista. O  veículo possuía chassi Volvo, carroceria Marcopolo e Eletrônica Powertronics, com três motores de tração fabricados pela Gevisa.

 

 

Trólebus      Marcopolo / Volvo  /Powertronics,

 pertencente  à frota  da  Metra,  de São Paulo

(Corredor ABD).                                                      

(Fonte: http://www.metra.com.br/frota.php).    

   

   

Trólebus      biarticulado      Marcopolo / Volvo / Powertronics,

 protótipo do sistema VLP, de São Paulo (SP).                                

(Fonte: SP Trans).                                                                               

      

   

   

   

 

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