CARACTERÍSTICAS DOS TRÓLEBUS

DE QUINTA GERAÇÃO

 

 

 

 

 

    Os trólebus de quinta geração são do tipo monobloco, ou apresentam chassis com suspensão a ar, de dois ou três eixos (este último com terceiro eixo direcional). A carroceria apresenta circuladores de ar ou ar-condicionado, porém de maior comprimento, não seguindo mais as dimensões do Padron II. O piso do veículo é mais baixo que o convencional, facilitando o embarque dos passageiros. O sistema de controle de tração é do tipo “chopper a IGBT” (corrente contínua) ou "inversor IGBT" (corrente alternada) - este último gerando uma redução nos custos de produção/operação/manutenção dos veículos.

 

 

 Módulo           traseiro          do          trólebus  

Tuttotransporti / Ibrava  /  Weg  /  Iluminatti,

com inversor a IGBT no centro.                      

(Fonte: http://www.iluminatti.com.br/index_

arquivos/Page1242.htm).                                 

 

 

Motor de tração Weg de corrente alternada.     

(Fonte:  http://www.weg.net/files/trade-shows/  

WEG-VE-news-2009.pdf).                                        

 

 

Vantagens do sistema de tração em corrente alternada / Princípio de funcionamento do sistema inversor IGBT

 

     A utilização do motor elétrico de tração de corrente alternada traz diversas vantagens ao veículo, como por exemplo a facilidade em se encontrar peças de reposição, já que é um tipo de motor fabricado em série – diferentemente do motor a corrente contínua, que é produzido de forma quase que artesanal, manualmente. Uma outra característica deste sistema permite que a  eletricidade que não é usada para a tração ou gerenciamento retorne para a rede aérea, situação que não ocorre nos veículos com motores de corrente contínua.

    Para alimentar e controlar um motor de corrente alternada é utilizado um inversor, dispositivo que converte a tensão contínua em alternada. O equipamento gera uma tensão alternada controlando a amplitude (tensão) e a freqüência. Na partida do motor, a tensão é mínima assim como a freqüência e, a medida que o inversor vai aumentando a tensão/freqüência no motor, este começa a ganhar velocidade.

 

 

 

 

 

Fonte de Pesquisa

 

·         “Revista AutoBus" - http://www.revistaautobus.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=60:corredor-metropolitano-adota-tecnologia-diferencial-em-trolebus&catid=38:novidades&Itemid=56.

 

 

 

 

 

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