O TRÓLEBUS

 

 

   

   

   

O trólebus é um ônibus movido a eletricidade, que possui duas alavancas coletoras, responsáveis pela captação de energia elétrica da rede aérea. A alimentação de energia geralmente é especificada em 600 Volts, corrente contínua.

 

 

(Fonte: EMTU/SP – Empresa Metropolitana de 

Transportes Urbanos de São Paulo).

 

 

Apesar de dependente da rede aérea, o trólebus pode ser operado em vias normais, misturando-se aos demais veículos. Esta forma, entretanto, anula em parte sua rápida e contínua aceleração, dependendo do volume de tráfego.

 

 

 

 

Identificação dos equipamentos presentes em um trólebus:

 

 

Disposição dos equipamentos instalados na parte externa de um trólebus – 

veículo equipado com sistema de controle de tração do tipo “chopper”.

(Criação: Marco A. G. Brandemarte)

 

 

Disposição dos equipamentos instalados na parte interna de um trólebus – 

veículo equipado com sistema de controle de tração do tipo “chopper”. 

(Fonte: “Trólebus - Manual de Operação” – Trólebus de 2 eixos, publicado pela 

Powertronics S/A – Empresa Brasileira de Tecnologia Eletrônica).

 

 

Descrição dos Equipamentos

 

 

·        Alavancas – hastes responsáveis pela captação de energia elétrica da rede aérea, para alimentação do veículo.

 

·        Ganchos – prendem as alavancas, quando estas estão abaixadas.

 

·        Ventiladores – responsáveis pela renovação de ar no salão de passageiros.

 

·        Caixa de contatores – abriga os contatores (definição da configuração de aceleração ou frenagem).

 

·        Caixa de fusíveis – proteção contra curto-circuitos.

 

·        Resistores de frenagem – dissipam a energia elétrica gerada pela frenagem do motor (frenagem reostática).

 

·        Recuperador – recolhe as alavancas coletoras, por meio de cordas, em caso de escape das mesmas da rede aérea.

 

·        Caixa de capacitores/Reator de linha – filtração das harmônicas de alta freqüência geradas pelo chopper.

 

·        Reator do motor – suaviza a corrente fornecida ao motor de tração.

 

·        Inversor – converte a energia da rede aérea (600 Vcc) em 220 Vca, 60 Hz, para alimentação dos sistemas auxiliares.

 

·        Retificador – recarga das baterias e suprimento de 24 Vcc para os circuitos elétricos da carroceria.

 

·        Caixa de controle – envia os sinais de controle aos recortadores.

 

·        Transdutores magnéticos – determinam as taxas de aceleração ou frenagem, de acordo com as posições dos pedais.

 

·        Recortador (chopper de campo/chopper de armadura) – controle da corrente do motor.

 

·        Caixa de distribuição do sistema auxiliar – comanda o acionamento dos motores do compressor, bomba hidráulica, etc., de acordo com as necessidades de operação.

 

 

 

 

 

Fonte de Pesquisa

 

·         Folheto “Trólebus – O Transporte do Século XXI”, publicado pela ANTP – Associação Nacional dos Transportes Públicos.

·         “Trólebus - Manual de Operação” – Trólebus de 2 eiixos, publicado pela Powertronics S/A – Empresa Brasileira de Tecnologia Eletrônica.

·         Folheto “Trolleybuses – Electrical Equipment and Vehicles”, publicado pela Powertronics S/A – Empresa Brasileira de Tecnologia Eletrônica.

 

 

 

 

 

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